
O comentário desse filme faço com um certo atraso, mas acho que nunca é tarde para falar sobre esta pequena obra-prima que é 'Piaf-Um hino de amor' (La Môme no original). Poucos filmes me causaram tanto impacto nos últimos anos como este, a começar pela atuação arrasadora de Marion Cotillard como Edith Piaf, que ganhou o Oscar de melhor atriz com todos os méritos possíveis. O longa, apesar da reconstituição primorosa e da ótima fotografia, é totalmente da atriz. Marion é a própria Edith, seja pela maquiagem (também pemiada) que a deixou ireconhecível e incrivelmente parecida com a cantora, seja pelos gestos, trejeitos e voz, que ela incoporou de uma forma assustadora.
O filme narra a vida sofrida da diva francesa desde a infância, quando foi criada pela avó num bordel, traçando fatos importantes de sua vida, como a repentina cegueira que teve dos 3 aos 7 anos, curando-se milagrosamente, o convívio com o pai alcoóltra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris, até a gravação de primeiro disco, quando é descoberta por um dono de boate e alcança o sucesso internacional.
Vale a pena ver e se emocionar. E isso é bem difícil de evitar.
O filme narra a vida sofrida da diva francesa desde a infância, quando foi criada pela avó num bordel, traçando fatos importantes de sua vida, como a repentina cegueira que teve dos 3 aos 7 anos, curando-se milagrosamente, o convívio com o pai alcoóltra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris, até a gravação de primeiro disco, quando é descoberta por um dono de boate e alcança o sucesso internacional.
Vale a pena ver e se emocionar. E isso é bem difícil de evitar.
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