sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Harry Potter e o enigma do 'fim da emoção'






Pensei que isso não iria acontecer um dia, mas a série Harry Potter começa a demonstrar sinais de cansaço nas telonas, ao menos no que diz respeito ao roteiro. Quebrando o que parecia ser uma crescente até agora, o último filme da série chega ao cinemas cheio de furos, histórias mal contadas (ou adaptadas) e um 'climinha' de filme adolescente totalmente desnecessário.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, sendo o maior orçamento da filmografia até o momento, o longa trás de volta David Yates, o diretor do quinto filme, Harry Potter e a Ordem da Fênix, para dar continuidade as aventuras de Harry, que agora se vê de frente com a ameaça real de Voldemort, tanto no mundo dos bruxos como no dos 'trouxas', além de ter que decifrar os segredos de um livro de poções que encontra da Escola de Magia e lidar com outra grande perda.

O filme teria todos os ingredientes para o sucesso, mas peca pela falta de emoção e informação. Bom mesmo é torcer pelo início de namoro entre Harry e Gina (ainda que muito tímido) e se ligar na atriz Bonnie Wright que interpreta a determinada Gina, para mim o melhor do filme. Pena que seja mal aproveitada, aliás como tudo lá pelas terras de Hogwarts. Pena.


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