


A 'Bússola de Ouro', que estreou em todo país no último dia 25, prometia ser o novo 'O Senhor dos Anéis', a nova aposta da New Line para substituir a saga da Terra Média. Ficou na promessa. Baseado no primeiro livro da trilogia "Fronteiras do Universo", do inglês Philip Pullman, 'A Bússola de Ouro' é um filme cheio de conceitos e idéias, que tenta comprimir quase 400 páginas em menos de duas horas. O resultado é apressado e confuso.
Lyra (a estreante Dakota Blue Richards) é uma órfã que vive na Universidade de Oxford num mundo paralelo muito parecido com o nosso, mas com algumas diferenças mágicas.
Todas as pessoas têm a manifestação de sua alma em forma de animais, conhecidas como daemons. Ursos de armadura dominam as terras geladas do Norte. Bruxas comandam os céus. E a Igreja (Magisterium) domina a tudo e a todos.
Nessse cenário fantástico, Lyra parte em busca de seu melhor amigo Roger, que desaparece misteriosamente, assim como outras crianças. Em sua jornada ela enfenta perseguições e grandes aventuras ao lados de amigos, como os gípcios (espécie de ciganos), o urso de armadura Iorek Byrnison, a bruxa Serafina Pekkala, e inimigos como a misteriosa e bela Sra. Colter.
As interpretações são inspiradas, em especial a da menina Dakota Blue Richards, que segura praticamente o filme sozinha; os cenários e figurinos exalam riqueza e detalhismo; os efeitos são primorosos. Mas não conseguem sustentar a obra sozinhos.
A direção e roteiro de Chris Weitz ('Um Grande Garoto') tira grande parte da graça e personalidade da obra original, além de toda a discussão religiosa que foi suprimida do filme com medo de boicotes da Igreja e fanáticos religiosos. A baixíssima bilheteria americana talvez comprometa a continuidade da saga.
Uma pena.
Lyra (a estreante Dakota Blue Richards) é uma órfã que vive na Universidade de Oxford num mundo paralelo muito parecido com o nosso, mas com algumas diferenças mágicas.
Todas as pessoas têm a manifestação de sua alma em forma de animais, conhecidas como daemons. Ursos de armadura dominam as terras geladas do Norte. Bruxas comandam os céus. E a Igreja (Magisterium) domina a tudo e a todos.
Nessse cenário fantástico, Lyra parte em busca de seu melhor amigo Roger, que desaparece misteriosamente, assim como outras crianças. Em sua jornada ela enfenta perseguições e grandes aventuras ao lados de amigos, como os gípcios (espécie de ciganos), o urso de armadura Iorek Byrnison, a bruxa Serafina Pekkala, e inimigos como a misteriosa e bela Sra. Colter.
As interpretações são inspiradas, em especial a da menina Dakota Blue Richards, que segura praticamente o filme sozinha; os cenários e figurinos exalam riqueza e detalhismo; os efeitos são primorosos. Mas não conseguem sustentar a obra sozinhos.
A direção e roteiro de Chris Weitz ('Um Grande Garoto') tira grande parte da graça e personalidade da obra original, além de toda a discussão religiosa que foi suprimida do filme com medo de boicotes da Igreja e fanáticos religiosos. A baixíssima bilheteria americana talvez comprometa a continuidade da saga.
Uma pena.




